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Já num Sei! é di mai nada...

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Tornêmo a rabiscá essas mar traçada linha Pro Nhô Tarciso, celentismo Guvernadô Perdoi di novo us erro i us garrancho dessi servidô  Qui aqui no sertão é ânsim qui nóis iscrivinha Creditêmo qui o Sinhô nem chegô lê a ôtra cartinha Qui mandêmo no finar do ano, dâno us parabém pela leição  I tamém ixpricâno as nossa cundição  Mostrâno du nosso trabaio tudas dificulidadi  Iscrarecêno u qui era mintira i u qui era verdadi I presentâno da turma da Saúde as reindivicação  Nóis intendi qui o Sinhô é pur devéra tarefado  Mai respondê missiva tá nos manuar das boa-manêra  Nem qui seja pra impracá a mai pura fingidêra  I pelo meno dechá nóis tudo um pôco mai nimado  Intão nóis achêmo pur bem reforçá u recado Pru Sinhô oiá pra nóis co seu maió carinho Causqui tá impossívi cuntinuá remâno suzinho  Nóis já tá informado qui us políça tivéro armento  Di chegá nossa veiz nóis sonha a tudo momento Pra num disacorçoá di triá u nosso caminho  E c...

Mono Futebol Clube

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No gol: Aranha, do Santos.  Chamado de macaco aos berros, com toda a força do ódio dos torcedores do Grêmio, flagrados pelos cinegrafistas, em Porto Alegre, em 2014. O clube gaúcho foi excluído da Copa do Brasil. Na lateral direita, Daniel Alves. Também em 2014, jogando pelo Barcelona, comeu uma banana, lançada em sua direção por torcedores do Villarreal. O clube foi multado em 12.000 euros e o setor da arquibancada foi fechado por uma partida. Na lateral esquerda, Roberto Carlos. Reagiu de forma diferente. Quando defendia o Anzhi, da Turquia,  abandonou o jogo quando uma banana foi arremessada ao campo pela torcida adversária. No meio-campo, Amaral. Foi vítima de racismo em todos os países em que jogou. Encarava os insultos com bom-humor. Na África do Sul, antes de um amistoso da seleção brasileira, questionado a respeito do Apartheid, respondeu que não deixaria o adversário tocar na bola... Na ponta de lança, Rivaldo. Confirmou ter sofrido ofensas racistas quando jogava pelo...

Toba na mão!

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  Bora já começar pedindo desculpa pelo título de baixo calão e pela imagem chula e vulgar, mas é que não teve outro jeito de descrever como foram as duas últimas semanas. Sexta, dia  5.  Diretoria do Centro de Gerenciamento Administrativo. - Sabe a mudança do sistema de produção de documentos? O SP Sem Papel vai ficar disponível só até quinta que vem. Na sexta, entra em funcionamento o SEI - Sistema Eletrônico de Informações. - Sexta que vem? Fala sério! - Você pode ir pra São Paulo na terça? Vai ter um treinamento presencial na quarta, na CRS (Coordenadoria de Regiões de Saúde). - Treinamento na quarta pra começar a produzir documento na sexta? Então só vâmo ter a quinta pra replicar o tutorial pro DRS inteiro? Insano... - É o que tá tendo! Já até confirmei que você vai... Toba na mão! Sexta, dia 5. Dez minutos depois. Diretoria do Departamento Regional de Saúde. - Tá sabendo que nós fomos escolhidos pra sermos sede da primeira Oficina de Regionalização da Saúde, né? En...

A história da minha mãe, da mãe dela e do avô nazista (e de uma parteira, uma empregada e um médico humanos e corajosos)

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  Alemanha, final da Segunda Guerra Mundial. Hitler já havia se matado. Os aliados começaram a invadir o país. Antes de ser preso, um oficial do exército nazista enviou toda a sua família pro Brasil. Levado pra a França com seu irmão, também militar, conseguiu fugir antes de ser julgado e veio pra cá, reencontrar a esposa e os filhos. Por precaução, escolheram uma cidade pequena no interior de São Paulo, bem distante da capital: Presidente Prudente. Início de uma nova vida... Após alguns meses, surgimento de uma vida nova! A filha mais velha vivia um amor impossível, inaceitável: havia se encantado com um árabe. O pai jamais aceitaria. Mas o namoro escondido acabou em gravidez... Quando não mais se pode ocultar a barriga, a verdade veio à tona. O pai mandou a moça pro sítio, pra evitar o escândalo. Pagou a parteira pra matar a criança! Infelizmente teria nascido sem vida. O sangue ariano nunca seria maculado. Dor e tristeza. Enterro de caixãozinho branco. Vazio! A parteira não mato...